A outra estrada para Bucareste

Em Valencia enfrentam-se duas equipas bastante irregulares com pontas de lança decisivos, de outro nível. Soldado e Falcao resolvem sozinhos por muitas vezes.

No jogo da primeira mão, o Atlético de Madrid podia ter matado a eliminatória, com um 4-1 no marcador, os colchoneros estiveram mais perto de marcar o quinto do que o Valencia marcar o 2º. O guião deu uma volta e Ricardo Costa, já nos descontos, reduziu para 4-2 e em Mestalla precisa apenas de um 2-0 para se qualificar para a final de Bucareste.

O Valencia é uma equipa que comete demasiados erros, muitos deles demasiado infantis. No entanto, nos minutos finais conseguem “maquilhar” o resultado. Mesmo sendo a melhor temporada de Emery, a irregularidade é gritante: tanto vemos um Valencia demolidor e entusiasmante, como uma equipa apática que perde 4-0 com o Espanhol de Barcelona.

O Atlético de Simeone é também uma equipa irregular, não tanto a nível de jogo, mas em resultados. O Atlético é uma equipa á semelhança do que o seu treinador era enquanto jogador: ambicioso e cheio de garra. É um conjunto que joga bastante pelo físico. E o problema é que ás vezes o físico não acompanha a ambição e o Atlético fica sem “gasolina”. Aguentar os últimos 20 ou 30 minutos é o desafio para os homens de Madrid.

Se o Valencia marca cedo, pode ser uma injecção de moral para o conjunto “Che” e de certo que irão para cima do Atlético, que terá que “apertar os dentes” e aguentar.

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