Análise Final Europa League

Bucareste, foi palco de mais um espectáculo que entusiasma milhões e milhões de pessoas pelo mundo fora, a Final da Liga Europa.

Esta competição tem sido montra para muitos jogadores, treinadores e equipas, que aproveitam a segunda maior competição europeia de clubes para demonstrarem o seu valor e a sua qualidade e esta final não foi excepção. Final espanhola, apitada pelo árbitro alemão Wolfgang Stark, em solo Romeno, digno anfitrião do embate entre o Atlético de Bilbao e o Atlético de

Madrid.

O Atlético de Madrid apresentou-se em 4-2-3-1 com Courtois na baliza,  Filipe Luís a defesa esquerdo,  Juanfran  a defesa direito, Miranda e Godin a centrais, Gabi e Mario Suarez a médios centro, Diego como médio centro mais ofensivo, Arda Turam descaído para a esquerda e Adrian descaído para a direita com Falcão a avançado centro. Uma equipa muito forte fisicamente, experiente, com raça à imagem do seu treinador e muito disciplinada tacticamente que soube dar a bola ao

adversário e explorar os espaços vazios que o Bilbao deixava entrelinhas.

Por sua vez o Atlético de Bilbao apresentou-se em 4-3-3 desdobrado em 3-1-3-3 ao atacar, filosofia primordial de “El Loco” Bielsa, com Iraizoz na Baliza, Iraiola a defesa direito, Aurtenetxen a defesa esquerdo, Amorebieta e Javi Martinez a defesas centrais, Iturraspe, Ander Herrera e  de Marcos a médios centro, Susaeta e Muniain como médios atacantes e a Avançado de r

eferência Fernando Llorente, equipa com grande capacidade ofensiva e qualidade técnica com enorme juventude e atitude lutadora.

Quande se pensava que iria ser um duelo táctico desde o início sem que o Atlético de Bilbao estivesse previsto, Radomel Falcão

decidiu ser protagonista assinando um golo de belo efeito logo aos 7 minutos com desmarcação para a direita, domínio, espera pelos adversários, protege a bola com calma, quebra para dentro e defere um remate em arco com o seu pé mais fraco, o esquerdo, à esquadra direita da baliza defendida por Iraizoz, que nada pode fazer. Foi um soco no estômago dos Bascos, mas que depressa voltaram à carga na procura do golo mas sem grande fortuna ora pelo desacerto na hora do passe e do remate ora pelo posicionamento táctico quase que perfeito do Atlético de Madrid. Llorente ainda teve uma excelente oportunidade para empatar, mas rematou fraco já no ar , a ser perturbado por Miranda que efectou uma exibição de alto nível, sempre no sítio certo, à hora certa.

E quando o empate parecia mais perto, na sequência de uma bola parada bola ganha pela defesa do Bilbao que facilita na hora de aliviar, e onde Falcão é assistido já no centro da área, faz que vai rematar com o pé direito, levando todos os defesas para um lado, pisa a bola, volta-se sobre si próprio para o lado oposto e remata com o pé esquerdo para o fundo das redes, finalizando como só ele sabe, com arte  de um verdadeiro “killer”para o 2-0.

Foi com o 2-0 que se chegou ao intervalo…

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Texto de Pedro Martins

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